Internet como aliada na cidadania e resistência cultural
O dia da comunicação celebrado, na última quinta-feira (5), teve polêmica e esperança de renovação no debate “Informação, Cultura e Cidadania: direitos ou privilégios?”. O encontro, promovido pelo Fórum da Cidadania, reuniu jornalistas, educadores e cerca de 100 estudantes universitários, no Sesc.
De acordo com o coordenador do Fórum, Uriel Vilas Boas, o envolvimento dos jovens no assunto demonstra que, apesar dos problemas que envolvem o funcionamento e a manutenção dos meios de comunicação, as novas gerações estão são mais sensíveis para buscar alternativas.
As mudanças na dinâmica da informação, abrangência dos veículos de massa, publicidade e consumo foram abordadas sob diferentes pontos de vista pelos convidados: Flávio Amoreira, Marcus Vinícius Batista (UniSantos), Raquel Pellegrini (UniMonte), Mônica Hummel e Robson Bastos (UniSanta), que integraram a mesa de discussão. A mediação do debate ficou por conta do jornalista Paulo Schiff.
6 de maio de 2011 - Internet como aliada na cidadania e resistência cultural
Problemas nas regulamentações da Comunicação Social preocupam profissionais da imprensa e representantes da sociedade
O dia da comunicação celebrado, na última quinta-feira (5), teve polêmica e esperança de renovação no debate “Informação, Cultura e Cidadania: direitos ou privilégios?”. O encontro, promovido pelo Fórum da Cidadania, reuniu jornalistas, educadores e cerca de 100 estudantes universitários, no Sesc.
De acordo com o coordenador do Fórum, Uriel Vilas Boas, o envolvimento dos jovens no assunto demonstra que, apesar dos problemas que envolvem o funcionamento e a manutenção dos meios de comunicação, as novas gerações estão são mais sensíveis para buscar alternativas.
As mudanças na dinâmica da informação, abrangência dos veículos de massa, publicidade e consumo foram abordadas sob diferentes pontos de vista pelos convidados: Flávio Amoreira, Marcus Vinícius Batista (UniSantos), Raquel Pellegrini (UniMonte), Mônica Hummel e Robson Bastos (UniSanta), que integraram a mesa de discussão. A mediação do debate ficou por conta do jornalista Paulo Schiff.
Os participantes da mesa apontaram que a disseminação da comunicação via redes sociais tende a mudar o contexto da informação e até mesmo o conceito de participação na vida pública. Entre muitos pontos destacados, a educadora Mônica Humel ressaltou que cidadania, hoje, é também a capacidade de criar nexos e relações consistentes em espaços reais ou virtuais.
Segundo o escritor Flávio Amoreira, esses espaços para a promoção da cultura são escassos e entidades como o Fórum da Cidadania e o Sesc acabam funcionando como “oásis” de cidadania e resistência. Para o professor de jornalismo, Marcus Vinicius Batista, a atual crise da comunicação provém de uma crise maior ainda na Educação e na Cultura, dessa forma, os profissionais formados pelas universidades atuam apenas como técnicos para atender um mercado já saturado.
Segundo o escritor Flávio Amoreira, esses espaços para a promoção da cultura são escassos e entidades como o Fórum da Cidadania e o Sesc acabam funcionando como “oásis” de cidadania e resistência. Para o professor de jornalismo, Marcus Vinicius Batista, a atual crise da comunicação provém de uma crise maior ainda na Educação e na Cultura, dessa forma, os profissionais formados pelas universidades atuam apenas como técnicos para atender um mercado já saturado.
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Fórum da Cidadania de Santos – Avenida Ana Costa, 340, Campo Grande, Santos-SP
Telefone: (13) 3221-2034 e-mail: contato@forumdacidadania.org.br
Jornalistas responsáveis: Cássio Freitas e Cidinha Santos
Colaboradores: Vinícius Mauricio e José Ricardo Barbara
6 de maio de 2011 - Internet como aliada na cidadania e resistência cultural
Redator: Cássio Freitas
Discutir comunicação pelo viés da idéia de que o controle está em nossas mãos, só se for o controle de ligar e desligar,inocência ou peleguismo? No Brasil a questão da concessão, por exemplo: sempre foi um negócio político e capital. De um lado políticos que enxergam o meio como aparelho ideológico, de outros empresários transformando tudo em negócio, enquanto a informação e o direito a liberdade de expressão são jogados no lixo. É necessário mexer em toda a legislação que é excludente, como se pode discutir, conteúdo, democracia da informação sem levar isso em consideração? Comunicação não é mercadoria é um direito humano fundamental, aí fico vendo esse corporativismo engajado, a quem favorece? Se não se discute pela raiz, e delegam os problemas a falta de qualificação profissional, ah! Por favor tantos qualificados por aí fazendo merda. Olha a mídia no Brasil, totalmente mercenária, os profissionais de COM totalmente funcionários obedientes defendendo seu quinhãozinho. E aí?
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